quinta-feira, 28 de abril de 2011

Eu sou volátil.




Eu sou assim.
Gosto de mudar de estilo musical,
Gosto de mudar de estilo de roupa,
Gosto de trocar pertences com os outros.

Como se eu gostasse de experimentar ser um pouco de cada nessa vida.
É que eu gosto de provar novos saberes, novos pontos de vista, novas formas de agir.

O perigo é se perder no meio de tanta gente, dentro de mim mesma. Mas o que não seria a vida senão se perder e se achar dentro da gente?
Qual o pecado em não se ter a mesma cara todos os dias, os mesmos gostos, as mesmas vontades?
Isso não é mudança de caráter, não tem nada a ver com isso.
Isso não é ser falsa.
Isso é ter coragem pra ser eu mesma quantas vezes eu quiser.

Pronto!

domingo, 10 de abril de 2011

Dia lindo...





Quando penso nessas coisas, me sinto bem, me sinto leve...
no que você pensa que te deixa assim?


Caminhada na lagoa vendo o pôr do Sol, pôr do sol em qualquer lugar, dia nublado com cobertor e namorado, sorveteria no verão, pracinha com brisa, brisa na floresta, brisa na serra, brisa no mar.
Comida preferida no prato, dia anterior a uma viagem que quero muito fazer, viajar de carro, de avião, nadar em água clara, música na hora de dormir, ouvir o baixo dele, cheiro de camarão frito, cheiro de batata frita, cheiro de café, abraço amoroso de mãe, abraço carinhoso de irmão, abraço gentil de vó. Familia do RJ toda junta, chegar ao RJ, passear no RJ. Sentir a energia de um grande grupo de pessoas, sentir a energia da grama, da fazenda, do rio. Lavar o cabelo, dançar sem pensar na hora, cantar ( mesmo q minha voz não seja nada bonita), dar aulas e tudo dar certo, expectativa boa. Nascer de uma grande idéia, nascer do sol no sítio, acordar ao lado dele, dormir ao lado dele, fazer qualquer coisa com ele, risadas sem sentido com os raros...

essa lista pode ser beeeeeeem maior que isso. Mas por hora, tá bom.

Tô praticamente voando ao pensar tudo isso.

obs: imagem do Araguaia que não tem nada a ver com o assunto, é só porque eu queria estar lá agora...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Crônica: Se eu tiver apenas um ano a mais de vida...



No Mês de Abril fui a um lançamento de um livro do Rubem Alves no Palácio das Artes - BH e me peguei de veras surpreendida com a pessoa dele. Um senhor engraçado, espirituoso, com sede de vida. Uma verdadeira criança. Fiquei encantada e estava louca para começar a ler o tal livro do lançamento que acabei comprando. Nas primeiras paginas me deparo com uma crônica feita na introdução do livro. Achei sensível compartilhar com vocês. É um pouco grande, mas garanto que a reflexão que provocará dentro de cada um será maior ainda.

Fiz questão de destacar algumas partes. São aquelas que me chamaram mais a atenção. Achei de bom também compartilhar.





(Rubem Alves)

"Faz cinco anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Para que ler poesia? Para a gente ficar mais tranquilo e mais bonito. Mas não me entendam mal. Já observaram os urubus - como eles voam em meio à ventania? Eles nem batem as asas. Apenas deixam-se levar, flutuam. Esse jeito de ser chama-se sabedoria. A poesia nos torna mais sábios, retirando-nos do torvelinho agitado com que a confusão da vida nos perturba. Drummond, escrevendo sobre a Cecília Meireles, disse: "Não me parecia criatura inquestionavelmente real; por mais que aferisse os traços de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me a impressão de que ela não estava onde nós a víamos. Por onde erraria a verdadeira Cecília, que, respondendo à indagação de um curioso, admitiu ser seu principal defeito 'uma certa ausência do mundo'? Do mundo como teatro, em que cada espectador se sente impelido a tomar parte frenética no espetáculo, sim; mas não, porém, do mundo das essências, em que a vida é mais intensa porque se desenvolve em um estado puro, sem atritos, liberta das contradições da existência".

Pois é isso que a poesia faz: ela nos convida a andar pelos caminhos da nossa própria verdade, os caminhos onde mora o essencial. Se as pessoas soubessem ler poesia é certo que os terapeutas teriam menos trabalho e talvez suas terapias se transformassem em concertos de poesia!

Pois aconteceu que, numa dessas reuniões, quando líamos trechos da Agenda 2001 - Carpe Diem, encontramos, no dia 2 de fevereiro, essa afirmação de Gandhi: "Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer." Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama "Canoeiros", sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de "faz-de-conta". Vamos fazer de conta de sabemos que temos apenas um ano mais de vida. Como é que viveremos, sabendo que o tempo é curto, "tempus fugit"?

A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro "Viagem a Ixtlan", advertia o seu discípulo: "Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra". Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, ela deve ser uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas tolas e mesquinha que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: "O que é o essencial?" Um conhecido meu, místico e teólogo da Igreja Ortodoxa Russa (seu livro - maravilhoso - "Para a vida do mundo", está sendo traduzido e em breve será publicado pela Paulus), ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, chegou à sua esposa e lhe disse: "Inicia-se aqui a liturgia final". E, com isso, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática - fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

Lembrei-me das palavras de Walt Whitman: "Quem anda duzentos metros sem vontade/ anda seguindo o próprio funeral / vestindo a própria mortalha..." Pensei então nas minhas longas caminhadas pelo meu próprio funeral, fazendo aquilo que não desejo fazer, fazendo porque outros desejam que eu faça. "Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim" - Álvaro de Campos. Sou esse intervalo, esse vazio - de um lado o meu desejo (onde foi que o perdi?); do outro lado o desejo dos outros que esperam coisas de mim. Não, não são os inimigos que me impõem o intervalo. Inimigos - não lhes dou a menor importância. Os desejos que me pegam são os desejos das pessoas que amo - anzóis na carne. Como tenho raiva do Antoine de Saint Exupéri - "tornamo-nos eternamente responsáveis por aqueles que cativamos..." Mas isso não é terrível? Ser reponsável por tanta gente? Cristo, por amar demais, terminou na cruz. Embora não saibamos, o amor também mata.

Então, abandonar o amor? Não. Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de "abrir mão" - a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial.

Aí eu comecei a pensar nas coisas que amo e que abandonei - vejam só: nesse preciso momento me dei conta de que, por causa dessa crônica não liguei a fonte que faz um barulhinho de água e nem pus nenhuma música no meu tocador de CDs, a pressa era demais, a obrigação era mais forte. Tudo bem agora, a fonte faz o seu barulhinho e o Arthur Moreira Lima toca minha sonata favorita de Mozart, em lá maior KV 331 - coisas que amo e abandonei. Eu, mau leitor de poesia! Poesia lida e não vivida! Não levei a sério o dito pelo Fernando Pessoa: "Ai, que prazer não cumprir um dever. Ter um livro para ler e não o fazer! Grande é a poesia, a bondade e as danças... Mas o melhor do mundo são as crianças..."

Sempre fui louco por jardins. Uns acham que eu não acredito em Deus. Como não acreditar em Deus se há jardins? Um jardim é a face visível de Deus. E essa face me basta. Não tenho necessidade de ir olhar atrás das estrelas... Escrevi inúmeros textos sobre jardins. Num jardim estou no paraíso. Mas, que foi que fiz com o meu jardim? Abandonei. A caixa das abelhinhas apodreceu, caiu a tampa e eu não fiz nada. Cresceu o mato eu eu não fiz nada. Da fonte tirei os peixes, coitados... De lugar de prazer, onde se assentar em abençoada vadiação contemplativa, meu jardim virou um lugar de passagem. Abandonei o meu amigo, por causa do dever. Para o inferno com o dever! Vou mesmo é cuidar do meu jardim. Por prazer meu. E pela alegria das minhas netas. Vou reformar a fonte, vou fazer um balanço (que os paulistas insistem em chamar de balança...), vou reformar o gramado, vou refazer a casa das abelhinhas, vou fazer uma cobertura para as orquídeas. E mais, vou fazer uma "casinha de bruxa", cheia de brinquedos, para as minhas netas, a Mariana, a Camila, a Ana Carolina, a Rafaela e a Bruna... Quero brincar com elas. Breve elas terão crescido e não mais terei netas com quem brincar. "Mas o melhor do mundo são as crianças..."

Vou voltar a tocar piano - coisas fáceis: a "Fantasia", de Mozart, a "Träumerai", de Schumann, o Improviso op. 90. n. 4 de Schubert, o prelúdio da "Gota dágua", de Chopin, alguns adágios de sonatas de Beethoven.

Quero ouvir música: aquelas que fazem parte da minha alma. Pois a alma, no seu lugar mais fundo, está cheia de música. E, sem precisar me desculpar pelo meu gosto, digo que amo música erudita. Música erudita é aquela que nos faz comungar com a eternidade. As outras, são bonitas e gostosas - mas são coisa do tempo.

Quero reler livros que já li. Vou relê-los porque é sempre uma alegria caminhar por caminhos conhecidos e esquecidos. É como se fosse pela primeira vez.

Não quero novidades. Não vou comprar apartamentos ou terrenos. Não quero viajar por lugares que desconheço. Eliot: "E ao final de nossas longas explorações chegaremos finalmente ao lugar de onde partimos e o conheceremos então pela primeira vez..." É isso. Voltar às minhas origens, às coisas de Minas que tanto amo, a cozinha, os jardins de trevo, malva, romãs e manacás, as montanhas, os riachinhos, as caminhadas...

Há coisas que só poderei gozar em solidão. Ninguém é obrigado a gostar das músicas que amo. Entrando nesse mundo, gozarei de abençoada solidão. Lugar bom para se ouvir música assim é guiando o carro, sozinho, sem precisar conversar.

Mas quero meus amigos. Não do jeito do Roberto Carlos, que queria ter um milhão de amigos. Não é possível ter um milhão de amigos. Quero meus poucos amigos. Amigos: pessoas em cuja presença não é preciso falar...

Estou tentando, estou começando. Espero que consiga..."

(Crônica de Rubem Alves no livro "Variações sobre o prazer - Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette")

sexta-feira, 1 de abril de 2011

#100factsaboutme


Então, vou expor aqui 100 fatos sobre mim ( ah vá) sob nenhuma ordem de importância, veracidade ou algo parecido. Simplesmente é a ordem de coisas que aparecem na minha cabeça.
Vi em alguns blogs que eu sigo e achei interessante. Quem me conhece, por favor me diga se cheguei perto da realidade, ok?

allons nous!


1. Meu nome seria Thaís, Adriana, Alessandra, ou Iracema (Deus me livre), mas acabou sendo Renata. Se eu fosse homem, era Joílson ou Jean Carlos. ( Ainda bem que nasci mulher)

2. Quero e vou continuar a ser professora. Tenho orgulho disso e nada de negativo vai me tirar do meu caminho.

3. Não suporto trabalhar em escritório.

4. Odeio computador. Só uso pra internet ou pra fazer trabalhos. Mesmo assim, não consigo ficar por muito tempo.

5. Gosto muito de ler e de comprar livros. Prefiro do que comprar roupas.

6. Tenho irmãos dos casamentos anteriores do meu Pai, mas não gosto que os chamem de meio irmãos.

7. Eles REALMENTE são meus irmãos por inteiro, não me desafie.

8. Tenho os melhores irmãos do mundo. Os mais inteligentes, carinhosos, legais e meus.

9. Tenho as melhores cunhadas do mundo, também. Parece que sempre foram da família, parece que são minhas irmãs também.

10. Acredito em outras vidas, não teria sentido se acabasse aqui.

11. Sou muito tolerante com religiões, respeito todas, mas não queira me vender o "Seu Deus", por favor.

12. Já quis ser evangélica, católica, espírita. Hoje não tenho uma religião definida, mas sigo um apanhado de coisas que julgo serem interessantes para a pessoa que sou hoje.

13. Amo com muita intensidade. Se eu digo que te amo, não estou brincando.

14. Quando digo um " eu te amo", confesso que espero um " eu também."

15. Não quero casar na igreja, com vestido branco, nem quero festa chique de casamento.

16. Não tenho certos sonhos nem atitudezinhas de mulherzinha.

17. Gosto de ter o controle da minha vida. Quando não tenho, fico meio brava.

18. Pra eu brigar com alguém, tem de haver um motivo sério, ou que eu julgue sério.

19. Não gosto muito de café, mas gosto do cheiro.

20. Odeio tomate.

21. Não gosto de discussões que não levam à lugar nenhum.

22. Sou muito eclética musicalmente. Vou do Sertanejo ao Rock.

23. Já fiquei 8h numa fila pra ver o show do Metallica. (\o/)

24. Já fiz coisas que não queria para agradar alguém.

25. Já omiti coisas que queria muito dizer para não desagradar alguém.

26. Já perdi amizades por coisas idiotas, mas já recuperei com um simples "oi".

27. Não gosto de amizades que tratam amigos como namorados. ( deu pra entender?)

28. O que quero dizer é que não gosto de cobranças excessivas em amizades.

29. Na verdade, não gosto de cobranças excessivas.

30. Não gosto que controlem meus horários.

31. ODEIO que falem a mesma coisa comigo mais de 1 vez.

32. Tenho problemas em obedecer ordens.

33. Eu sou extremamente pontual.

34. Não suporto atrasos

35. Sou mega organizada.

36. Já arrumei quarto de amiga por causa disso.

37. Gosto mais de cachorros do que de gatos.

38. Acho que os gatos gostam mais de cachorros do que de mim.

37. Não acho certo passarinhos em gaiola.

38. Quero conhecer vários países.

39. Tenho facilidade em aprender idiomas.

40. Se você prometeu algo pra mim, cumpra.

41. Eu gosto de carinho no cabelo.

42. Tenho muitos amigos, amo todos eles. Mesmo que eu "suma", nunca os esqueço.

43. Tenho saudades de épocas atrás.

44. Não tenho absoluta saudade de algumas coisas e /ou pessoas.

45. Não sou rancorosa. Por isso muitas vezes brigo com você e 10 min depois está tudo bem.

46. Porém, tenho uma ótima memória. Quase nunca falha.

47. Prefiro uma verdade que doa do que uma mentira que conforta.

48. Quando tenho TPM fico muito carente e sensível. Quase nunca brava ou nervosa.

49. Não quero ser Mãe antes dos 30.

50. Adoro números terminados em zero.

51. Adoro crises de riso. Principalmente aquelas que você não sabe o motivo.

52. Incrível como ligo pra certas pessoas, e elas sempre dizem estar pensando em mim na hora que liguei.

53. Não tenho problemas em pedir desculpa. Mesmo se eu estiver certa.

54. Faço tudo pela harmonia no ambiente que me encontro.

55. Não gosto de deboche.

56. Sinto muitas saudades da minha família que está longe de mim.

57. Tenho o namorado mais engraçado do mundo.

58. O mais carinhoso e originalmente romântico também.

59. Não gosto de micaretas nem de locais muito cheios.

60. Tenho medo de altura, jacaré e fogo.

61. Gosto de escrever devaneios sobre a vida.

62. Quero fazer o curso de Letras.

63. Amo a minha faculdade, o meu curso e a minha profissão.

64. Gosto de lidar com pessoas. Apesar de querer matar alguns.

65. Não tenho muita paciência pra trabalhos manuais

66. Não acredito no diabo.

67. Me sinto muito diferente de uns tempos atrás.

68. Gosto muito da pessoa que estou me tornando.

69. Enjoo muito fácil.

70. É porque não gosto de rotina.

71. Mas costumo fazer algumas coisas sempre como estacionar o carro na mesma vaga, sentar na mesma cadeira etc...

72. Quero ter uma rotina de casa muito diferente dos meus pais.

73. Quero ser muito diferente deles. Não concordo com a maioria das coisas que eles fazem.

74. Tenho a melhor mãe do mundo inteiro. Isso é com certeza.

75. Queria ter uma boneca preta quando eu era pequena.

76. Tenho preguiça de algumas pessoas.

77. Me pecado capital com certeza é a preguiça.

78. Gosto de coisas coloridas. Amarelo, vermelho, laranja...

79. Não gostava de verde, hoje lido bem.

80. Adoro comer. Queria gostar menos de porcaria e mais de salada.

81. Falo demais. Gosto muito de conversar.

82. Não gosto nem consigo dormir cedo.

83. Queria ter nascido no interior.

84. Adoro que as pessoas se lembrem de mim. Fico feliz mesmo.

85. Gosto de coisas simples, como olhar o céu à noite, ouvir música no escuro, demonstrações de carinho, uma caminhada de mãos dadas.

86. Não gosto de estar triste. Sou feliz na maior parte do tempo.

87. Geralmente acordo de bom humor.

88. Não gosto e não consigo ser grossa.

89. Rio sozinha só de lembrar algumas situações engraçadas.

90. Me apego facilmente às pessoas e sofro na hora da despedida.

91. Demoro a tomar decisões, mas quando tomo, não volto atrás.

92. Quando tomo antipatia de alguém, dificilmente há volta.

93. Gosto das pessoas de graça.

94. Não vou com a cara de primeira vista de graça também.

95. Gosto de quem gosta de mim.

96. Sempre quero ser agradável. Se não for possível, ignoro a existência.

97. Amo viver.

98. Tenho sempre bom humor.

99. Queria ter uma voz bonita para cantar.

100. Não disse quase nada sobre mim.


Feito!