quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O poema, o sentido, eu e você.



O belo, o certo, o ávido.
A morte, a sorte, a cereja.
A vida, bem vinda, é cedo ainda!

A fé da certeza de que a manhã virá amanhã
O medo do escuro...
esconder embaixo da cama não resolve, o bicho papão ainda está lá.
tira o corbertor do rosto!
fique exposto!
Sai pra lá encosto!!

O sorriso da velinha na padaria...
A flauta que toca à luz do dia...
Seu beijo na madrugada fria...
A mão na nuca que arrepia...

Ei, não vá embora!
Tem tanta coisa pra gente por aí afora!
Fique comigo agora!
Seu olhar implora,
e o meu peito também.


=)

4 comentários:

Thaís Alves disse...

Que lindo, meu Deus, uma família de poetas! Que este poema fale diretamente ao coração da sua fonte de inspiração! :) Pelo menos com o meu coração, ele falou! rs Te amo, irmã! Beijos

Sandro Ataliba disse...

Lindo poema, irmã! Realmente esta fase de sua vida está fazendo muito bem.
Que continue assim!
Amo

A.Tapadinhas disse...

Ei, não vou embora...

porque acabei de chegar e gostei do que vi!

Beijo,
António

Lau, lua luará a lauralá disse...

Gosto de poetar
e mais ainda de quem poema lindo que nem você.

Como sempre leve e bem temperado!
=)