quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Saia do muro.


(Descobri essa escritora há poucos dias e já a estou adorando. Resolvi então colocar aqui um fragmento de um texto dela, que inclusive é muito apropriado pra todos nós.)

"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."

Marta Medeiros.

Concordo com isso sabe? Só se percebe que se está vivendo quando as emoções são despertadas. Na nossa vida, os momentos que sempre são lembrados são os de muito choro ou muito riso. Tranquilidade é para plantas. Não seja assim! Sinta, fale, grite, chore, ria, viva intensamente!

Independente de religiões ou crenças, a Bíblia Sagrada sempre tem algo a dizer, coisas no mínimo interessantes. Em Apocalipse 3:15-16 diz assim: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca.”

Por favor, não seja morno! Ficar em cima do muro não traz nada pra ninguém e você ainda pode cair de lá e se machucar. Não passe despercebido. Esse mundo é muito grande e tem muito espaço para diversidade. Há um lugar para você fazer o que ninguém mais sabe fazer. Há sempre um espaço para seu talento ser mostrado. Seja esse talento muito visível ou apenas um talento tímido, mas que faz toda a diferença.

Faça você a diferença, principalmente na sua própria vida.

;)

3 comentários:

Sandro Ataliba disse...

"Tranquilidade é para plantas". É por essas e outras que eu tenho orgulho dos textos dessa pessoa. :p
Beijão!

denisebondan disse...

Esta escritora é minha conterrânea , o que me dá muito orgulho.
Como ela, detesto as coisas "mornas". Não temos tempo de viver pela metade, nos poupando. Melhor atirar-se inteira, rolar do morro, esfolar-se toda e sentir a emoção da escolha .
Parabéns pelo blog. bjo

denisebondan disse...

Esta escritora é minha conterrânea , o que me dá muito orgulho.
Como ela, detesto as coisas "mornas". Não temos tempo de viver pela metade, nos poupando. Melhor atirar-se inteira, rolar do morro, esfolar-se toda e sentir a emoção da escolha .
Parabéns pelo blog. bjo